domingo, 15 de julho de 2012

BAHIA X FLAMENGO


Flamengo e Bahia fizeram um bom jogo neste domingo em Pituaçu, que terminou com vitoria do rubro-negro carioca por 2 a 1, com gols de Hernane e Renato para o Flamengo e Kleberson fez para o Bahia. Um jogo marcado por polemica graças a péssima atuação do arbitro da partida, que expulsou o garoto Luiz Antonio em um lance em que nem falta foi e por um pênalti mal marcado a favor do Flamengo.
O jogo:
O Jogo começou muito equilibrado, a equipe do Bahia tomava iniciativa da partida por jogar em casa e ser empurrado pela torcida que lotou o Pituaçu. Mas eram raras as chances de gol no primeiro tempo.
Pelo lado do Flamengo todos achavam que o Garoto Adryan atuaria no meio de campo armando as jogadas do rubro-negro, mas não foi isso que aconteceu, Joel pediu para que ele jogasse aberto pelo lado esquerdo de ataque e com isso acabou limitando sua técnica, velocidade e passes por ficar muito preso a aquele setor, além disso acabou ocupando espaço do lateral esquerdo Ramon, que não conseguia subir. Isso ficou bem claro no gol que abriu o placar. Adryan se aventurou no comando de ataque e abriu espaço para a subida de Ramon que fez o Cruzamento para o próprio Adryan, mas a zaga cortou mal e sobrou para Hernane abrir o marcador.
Pelo lado do Bahia a equipe jogava com velocidade e intensa movimentação dos meias e com Souza fazendo o pivô, mas assim como o Flamengo não conseguia finalizar, até que Gabriel o grande nome do tricolor baiano recebeu ótimo lançamento pelo lado esquerdo e Kleberson apareceu livre para por a bola no fundo da rede.
Antes de terminar o primeiro tempo Luiz Antonio acabou sendo expulso por tomar o segundo cartão amarelo em um lance em que o arbitro foi muito rigoroso em um jogada em que nem falta foi e o Bahia ficou com um jogador a mais.
No segundo tempo o treinador Falcão colocou o tricolor para o Ataque, tirando Fahel que já tinha cartão amarelo e colocou o Atacante Jonas Carioca. Para surpresa de todos que esperavam que Joel Santana iria retrancar a equipe, o Flamengo voltou para o segundo tempo sem nenhuma alteração, apenas deslocando Airton para fazer a lateral direita.
Mas com um Jogador a mais o Bahia foi pra cima com tudo para buscar a vitoria, já o Flamengo tentava o contra ataque. E o Bahia só não conseguiu virar o placar porque o Flamengo tem Paulo Vitor no gol, que fez duas defesas difíceis e segurou o ataque baiano. E o Flamengo achou seu único contra ataque no segundo tempo. Hernane tocou para Ibson que invadiu a área e cavou um pênalti que incrivelmente o Juiz assinalou. Renato cobrou e fez o segundo gol do Flamengo. Que se fechou e segurou o resultado mesmo com um jogador a menos no segundo tempo.
Analise da Equipe:
BAHIA: Vai ficar a reclamação pelo pênalti mal marcado, mas também que o esquema 4-2-3-1 pode ser uma boa para equipe que jogou bem neste domingo, o trio de meias formado por Kleberson, Mancini e Gabriel fizeram uma boa movimentação, mas falta eles se aproximarem mais para as triangulações e fazer a ultrapassagem quando Souza fazer o pivô. A equipe tem um bom elenco e pode dar a volta por cima no campeonato.
FLAMENGO: A  equipe evoluiu e jogou bem contra  Bahia e mostrou um Joel Santana decidido a mudar suas características, foi uma surpresa boa para os torcedores ver Joel começar e terminar a partida com três atacantes mesmo estando com um jogador a menos.A equipe não se desesperou quando tomou um gol e teve um jogador expulso.  O garoto Adryan não pode ficar preso apenas no lado esquerdo do ataque, tem que dar liberdade para ele sair dali poder criar as jogadas para a equipe. Nota para o goleiro Paulo Victor que mais uma vez provou o porque de colocar o Felipe no banco, duas defesas dificílimas e sempre seguro nas saídas de gol.

terça-feira, 10 de julho de 2012

Joel Santana

Joel Santana Treinador do Flamengo assumiu a equipe em 6 de fevereiro de 2012 após a queda de Vanderley Luxemburgo. A esquipe estava classificada para a fase de grupos da libertadores e disputando o campeonato carioca. Começou até surpreendendo escalando a equipe com três atacantes, Ronaldinho, Daivid e Love. Mas a equipe não deu liga, foi desclassificada na libertadores, não chegou a final do carioca e teve ferias forçadas de 28 dias.



Tinha tudo para ser demitido, mas a alta multa segurou o treinador no cargo. Com tempo de sobra para treinar a equipe, tudo indicava que Joel iria finalmente colocar a equipe a sua cara, com uma defesa solida, fatal nos contra ataque e um futebol de resultado, mas não foi o que aconteceu, a equipe continuou mal na defesa sofrendo gols atras de gols, seu meio de campo repleto de volantes não marca e erra passes de 2 metros, quando tem a bola não sabe o que fazer e o ataque fica isolado, não recebe uma bola no jeito para finalizar.



Mas ja esta mais que na hora de Joel rever seus conceitos, pois, ele não mostra para o torcedor que quer ganhar o jogo, pelo contrario, escala a equipe na retranca, troca seis por meia duzia nas suas substituições, e quando a torcida do Fla não vê essa vontade de vencer sai de baixo.

domingo, 8 de julho de 2012

Histórico, Anderson Silva massacra Chael Sonnen e vence 'luta do século'

Spider perde o primeiro round, mas se recupera no segundo, massacra o americano e confirma a posse do cinturão da categoria pela décima vez

 

 

Espanha, 1605. Um cavaleiro conhecido como Don Quixote cruzava o país buscando aventuras heroicas e vitórias impossíveis. Nunca conseguiu. Las Vegas, 2012. Um lutador chamado Chael Sonnen buscava a maior das vitórias, contra um inimigo tão poderoso quanto os moinhos que Quixote, 407 anos antes, ousou enfrentar. Como o personagem da obra-prima de Miguel de Cervantes, Sonnen também descobriu, da pior maneira, que sua missão era impossível. Diante de si havia não um moinho, mas um gigante: Anderson Silva, o brasileiro que, pela 15ª vez seguida venceu no UFC, defendendo seu cinturão de campeão dos pesos-médios pela décima vez consecutiva. Com um nocaute rápido e preciso no segundo round, o brasileiro escreveu com letras de ouro mais um capítulo da sua história. Essa sim, vitoriosa e heroica.
- Esse esporte é o melhor esporte do mundo. Nós trabalhamos duro por vocês. Nessa luta, eu lutei contra Chael, e ele contra mim. Ele desrespeitou meu país. Mas é isso aí. Um segundo - disse o campeão, ao chamar Chael Sonnen para cumprimentá-lo - Vamos mostrar que o país tem um povo educado. Se você quiser fazer um churrasco lá em casa, eu te cconvido. Vamos lá - disse Anderson diante de um constrangido Chael Sonnen.
Sonnen não manteve a postura arrogante e falastrona após a derrota. Olhando para baixo, o americano respondeu secamente a Joe Rogan ao ser perguntado como se sentia após a luta.
- Ninguém entrou aqui comigo. Me deram uma oportunidade, e eu agradeço pela chance. Ele me acertou com um bom golpe, e o resto vocês viram. Ele é o campeão - disse Sonnen, claramente decepcionado.
A luta
Antes da luta, como foi prometido pelos atletas, eles não se cumprimentaram no centro do octógono, ao receberem as orientações finais do árbitro Yves Lavigne. O combate começou com Chael Sonnen partindo para encurtar a distância e levando Anderson Silva para o chão. O brasileiro manteve Sonnen na guarda, mas recebia golpes no rosto e nas costelas. Na meia-guarda, o americano acertava o rosto do brasileiro com os cotovelos e com a palma da mão. Mantendo a calma, Anderson seguia com o desafiante na guarda, sem conseguir desvencilhar-se do wrestling do americano.
A cerca de um minuto do fim do round, Sonnen conseguiu passar a guarda de Anderson Silva e manteve o brasileiro em desvantagem, sem conseguir reagir ao domínio imposto por Sonnen.
No segundo round, Sonnen novamente encurtou a distância para o brasileiro e travou-o na grade, em pé. Anderson Silva manteve a calma e aproveitou um erro em uma cotovelada rodada do americano, quando Sonnen caiu, e partiu para o ataque. Uma joelhada e uma sequência de socos potentes fizeram Sonnen deitar no solo do octógono, sem reação. O árbitro Yves Lavigne encerrou a luta faltando cerca de dois minutos para o fim do combate, mantendo o título dos médios com o maior de todos.


Fonte: sportv.globo.com
 Link: http://sportv.globo.com/site/eventos/combate/noticia/2012/07/historico-anderson-silva-massacra-chael-sonnen-e-vence-luta-do-seculo.html

 

quinta-feira, 5 de julho de 2012

CORINTHIANS CAMPEÃO DA LIBERTADORES 2012

Vai, Corinthians! Vai para as ruas, vai para o abraço do torcedor que te ama, vai para o pódio, vai levantar a taça que você tanto sonhou... Vai atravessar o mundo. Vai para o Japão!
Cássio, Alessandro, Chicão, Leandro Castán, Fábio Santos, Ralf, Paulinho, Alex, Danilo, Jorge Henrique, Emerson, Julio Cesar, Danilo Fernandes, Welder, Marquinhos, Wallace, Ramón, Willian Arão, Ramírez, Douglas, Romarinho, Gilsinho, Willian, Elton, Liedson e Tite. Nomes que não vão constar em livros de História, mas estarão eternamente dentro dos corações e da memória de milhões de pessoas, que ensinarão aos filhos e netos quem foram eles, e o que foi o 4 de julho de 2012 para a nação corintiana. O dia da libertação. O dia da Libertadores.
A vitória por 2 a 0, na noite desta quarta-feira, no Pacaembu, sobre o gigantesco Boca Juniors, de tradições e glórias mil, de seis títulos sul-americanos, torna ainda mais gigantesca a conquista inédita. E mais: de forma invicta, algo que só um time brasileiro havia conseguido - o Santos de Pelé, em 1963. A taça da Libertadores, enfim, tem uma plaquinha do Corinthians.







O triunfo final sobre os argentinos selou a campanha com identidade. De um time sem estrela, que não se assustou com placares adversos, rivais tradicionais ou craques do outro lado. Que não se pressionou por nada e encontrou o equilíbrio (palavra idolatrada por Tite) entre lutar a cada centímetro de grama pela Libertadores sem tratá-la como um campeonato do outro mundo.
De 6 a 16 de dezembro, o Corinthians tentará o bicampeonato mundial. Dessa vez, sem convite, sem a chance de enfrentar um brasileiro na final e tendo que ir ao Japão. Bem diferente de 2000, quando bateu o Vasco na decisão, no Maracanã. Um mundial para ninguém botar defeito. Monterrey (MEX), Auckland City, da Nova Zelândia, e o poderoso Chelsea (ING) já estão classificados para a competição no fim do ano.

O Dia da Independência Corintiana


4 de julho de 2012. O dia da redenção do bando de loucos, que não precisam mais se calar diante dos títulos internacionais dos rivais paulistas.
A tão sonhada conquista da Taça Libertadores compensa todos os doídos reveses anteriores, especialmente a traumática eliminação para o Tolima em 2011: campanha invicta, eliminando Vasco e Santos, dois rivais brasileiros fortíssimos, e a cereja do bolo: vitória com autoridade sobre o “papão” Boca Juniors de Riquelme na grande decisão.
O triunfo final que valeu a taça teve a marca do time de Tite: organização e concentração, mesmo com o nítido e natural nervosismo nos primeiros minutos.
Também a capacidade de adaptação seguindo a aguçada visão tática e estratégica do treinador. Percebendo o time xeneize forçando com Ledesma, Riquelme e Mouche no setor de Fabio Santos, que não tinha o auxílio de Emerson, Tite inverteu o Sheik com Danilo no 4-2-3-1. O Corinthians acertou a marcação, deixou o camisa 11 mais perto da meta adversária…e começou a ganhar o jogo.

 O 4-2-3-1 inicial do Corinthians marcava mal pela esquerda com Fabio Santos sem o auxílio de Emerson e dava espaços para Ledesma, Riquelme e Mouche.


No primeiro tempo ainda faltava a presença de área. Mesmo avançado, Emerson abria para receber as bolas esticadas, mas seus companheiros não aproveitavam os espaços pelo meio. Apenas Alex em chutes de fora da área sem maior perigo. Em duas bolas invertidas, Jorge Henrique chegou atrasado entrando em diagonal e salvou o goleiro Sebastian Sosa, ex-Peñarol que entrou na vaga do lesionado Orión e andou vacilando.
Tite exaltou o progresso após a mudança sem alterações na volta do intervalo e o time respondeu com intensidade e o gol do desafogo no passe de calcanhar de Danilo que Sócrates assinaria para Emerson. Fundamental para transformar tensão em confiança, mudar a atmosfera no Pacaembu e desmontar a estratégia do time que prefere o contragolpe.
O Boca sentiu mais a falta de espaços do que a desvantagem. Avançou as linhas sem muita convicção e só fez Cássio trabalhar em cabeçada de Mouche completando cobrança de falta de Riquelme. Falcioni desfez o 4-3-1-2 com Cvitanich na vaga de Ledesma, mas a mudança só expôs ainda mais a defesa.
E Schiavi falhou. O lento zagueiro veterano errou passe simples e facilitou a arrancada de Emerson até o toque na saída do goleiro. O paradoxo: o Sheik polêmico e um tanto individualista consagrou o futebol coletivo de um time sólido, forte e consistente. O mais moderno do país que entra para a história.
Com a desvantagem, Falcioni desmontou o 4-3-1-2, mas o Boca pouco produziu e deixou espaços para Emerson Sheik, mas perto da meta adversária, fazer a diferença e consagrar a mudança de Tite no primeiro tempo.

Futebol é técnica e tática, mas também feeling, subjetividade. O gol de Romarinho e o perdido por Cvitanich na Bombonera não podiam ser por acaso.
4 de julho. O dia do grito outrora engasgado. O dia da Independência americana, mas também do time mais popular de São Paulo, campeão da América.


05/07/12
por André Rocha
Blog Olho tatico



domingo, 1 de julho de 2012

Espanha 4 x 0 Itália- Fúria cala os críticos, goleia a Itália e conquista a Euro 2012!

Comandados de Vicente del Bosque tiveram grande atuação e conquistam a terceira grande taça na sequência

 

Spain Champions
Getty
Pouco pôde a Itália fazer, contra uma Espanha decidida a ser campeã. Com um futebol de altíssimo nível, e empolgante, a Fúria não tomou conhecimento e goleou o adversário da final da Euro 2012 por 4 a 0, conquistando o terceiro título continental em sua história, e também o terceiro em sequência de uma geração de ouro! Silva, Alba, Torres e Mata marcaram os gols em Kiev.

Início disputado e gol 'rojo'

A decisão começou de forma frenética, com ambas as equipes arriscando muito e chegando nas proximidades da área adversária com perigo. Pirlo e o meio-de-campo italiano tentavam acionar Balotelli, que duelava com a boa zaga espanhola. A Espanha, por sua vez, marcava a saída de bola e, quando tinha a posse, acelerava o jogo com toques rápidos e mostrava objetividade até então rara no torneio.

As melhores chances dos quinze primeiros minutos, assim, foram da Fúria: Xabi Alonso arrancou a primeira manifestação das arquibancadas. Em seguida, Sergio Ramos cabeceou com perigo, e Xavi arriscou de longe para preocupar Buffon mais uma vez.

Foi então que surgiu o primeiro gol de La Roja, reflexo da postura agressiva da equipe. Fabregas recebeu em profundidade na área e, apesar da marcação forte, chegou ao fundo e cruzou. O arqueiro azzurro estava fora do gol e Silva, em alta velocidade, se antecipou à zaga e desviou para as redes.

A Espanha começa a definir o título

A desvantagem no placar não abalou a Azzurra, que se desdobrava para superar a pressão dos vermelhos com passes conscientes na intermediária. Ao contrário do que muitos imaginariam, a Itália conseguiu equilibrar a posse de bola na metade da primeira etapa, porém sem conseguir criar uma verdadeira chance de gol.

Do outro lado, o time de Vicente del Bosque claramente diminuiu o ímpeto, passando a esperar a melhor oportunidade para executar o último passe. Esse quadro motivou os azzurros a seguirem acreditando no empate, o que quase aconteceu em duas oportunidades.

No primeiro deles, Casillas interceptou mal um cruzamento de Balzaretti e quase entregou para Montolivo marcar, mas teve sorte. No outro, Cassano recebeu na ponta esquerda, deixou Arbeloa sentado e chutou fraco, para a defesa simples do arqueiro espanhol. O mesmo camisa 10 arriscou de longe e fez com que o camisa 1 trabalhasse com mais intensidade pela primeira vez.

A Espanha, porém, estava muito afim de jogo. Em um ataque em alta velocidade, Alba tabelou com Xavi, recebeu na cara de Buffon e só deslocou o arqueiro para ampliar. Os atuais campeões se encaminhavam muito bem para mais um título ao final dos primeiros 45 minutos!

O fim da esperança azzurra

Prandelli mandou Di Natale a campo, no lugar do improdutivo Cassano, para ter mais opções no ataque, o que aconteceu: o camisa 11 participou nas jogadas laterais e ainda aparecia na frente para finalizar. Logo nos primeiros lances, um cabeceio perigoso contra o gol de Casillas, que viu a bola passar perto do travessão. Na sequência, o espanhol teve que trabalhar: o recém-entrado saiu cara-a-cara com a meta adversária, e o capitão defendeu.

Antes disso, porém Fabregas quase fez o terceiro que encerraria de vez o sonho italiano. Abate cortou uma bola em cima da linha, com Buffon já batido, em grande lance individual do jogador do Barça. Mas o destino resolveu pregar uma peça com a Azzurra, e deixou-a em situação ainda mais dramática.

Aos 18 minutos, Thiago Motta, que havia substituído Montolivo não faziam dez minutos, sofreu lesão muscular e foi forçado a sair. Como a Itália já havia feito as três substituições, a equipe de Cesare Prandelli foi forçada a levar a partida com dez homens até o final.

O título vem com goleada

A partir do momento em que esteve em desvantagem numérica, as pretensões da Azzurra ruíram por completo. Na base da vontade, os jogadores até conseguiam chegar à frente, mas já lhes faltava recursos para conseguir profundidade na frente. Isso sem falar na pressão imposta pelos espanhóis, que complicava qualquer tentativa de igualar as ações em Kiev.

Já a Fúria se assentou de vez na partida, e não viu qualquer necessidade em acelerar o ritmo de jogo. A marcação adiantada proporcionava a recuperação rápida da posse de bola, e desmotivava cada vez mais seu adversário.

No final do encontro, ainda houve tempo para mais dois gol. A pressão enfim pegou a Itália desprevenida, Xavi achou Torres rapidamente e o camisa 9 só teve o trabalho de deslocar Buffon. Quase nos acréscimos, Torres recebeu novo lançamento, chegou na cara do arqueiro italiano e rolou para Mata completar os 4 a 0.

A festa veio em seguida: a Espanha era a campeã da Europa mais uma vez, e se tornava a única seleção do futebol mundial a conquistar três grandes títulos em sequência, somados à Euro 2008 e à Copa do Mundo, em 2010.

 FONTE: GOAL.COM

LINK:http://www.goal.com/br/match/82519/espanha-vs-it%C3%A1lia/report

Xavi: O melhor em campo na decisão da Eurocopa

Com dois belos passes nos gols marcados por Jordi Alba e Fernando Torres, meia foi o grande destaque da Fúria contra a Itália

 

Jordi Alba; Xavi Hernandez - Spain
Getty Images
POR FERNANDO H. AHUVIA
Xavi foi decisivo na vitória que sagrou a Espanha tricampeã da Eurocopa (1964, 2008 e 2012). Neste domingo, a Fúria goleou a Itália por 4 a 0, no estádio Olímpico, em Kiev, na Ucrânia. O meia, que não vinha conseguindo jogar bem na competição, finalmente mostrou sua genialidade na competição.
Ao lado de Iniesta, outro grande destaque da decisão, Xavi apresentou-se bastante para criar as jogadas e organizou o meio-campo da seleção comandada por Vicente del Bosque. O camisa 8, que ainda não tinha feito nenhuma assistência na Euro, deu dois belos passes nos gols marcados por Jordi Alba e Fernando Torres.
As assistências do camisa 8




Aos 40 minutos do primeiro tempo, Xavi recebeu na esquerda e fez um excelente passe para Alba, que invadiu a área e tocou na saída de Buffon para marcar o segundo gol da Espanha na partida.
Aos 38 minutos da etapa complementar, a Itália saiu jogando errado e a bola sobrou para Xavi. O meia deu um passe brilhante para Fernando Torres, que assim como em 2008, balançou a rede adversária em final de Eurocopa.
Principais momentos de Xavi em campo






FONTE: GOAL.COM
LINK: http://www.goal.com/br/news/3839/euro-2012/2012/07/01/3214352/xavi-o-melhor-em-campo-na-decis%C3%A3o-da-eurocopa

Ninguém consegue parar uma Espanha sedenta por vitórias

A dedicação dos Rojos em Kiev foi o aspecto crucial que determinou o placar final, e o bom futebol

 

Spain celebrating
Getty Images
POR MATHEUS HARB

Já diria Thomas Edison que talento é 1% de inspiração, e os outros 99%, transpiração. Em algum momento no meio do caminho, a Espanha parecia ter desconsiderado esse lema, o mesmo que foi responsável por sua ascensão meteórica dos últimos anos. Em Kiev, todos esperavam um reflexo dessa nova Fúria, adepta da burocracia e pouco inspirada a deixar sua zona de conforto com a bola nos pés. Para o bem do futebol, fomos positivamente surpreendidos por uma equipe que se redescobriu no momento mais importante.

Bastaram algumas poucas movimentações para compreender que os comandados de Vicente del Bosque jogariam para longe o marasmo do toque de bola sem objetividade, e com ele todos aqueles que duvidaram de sua capacidade de levar a Euro mais uma vez. Em um primeiro tempo frenético, os espanhóis até permitiram algumas estocadas da Azzurra, é verdade.

Sacrifício completamente justificado pela agressividade ofensiva, e pelos gols de Silva e Alba que mostraram, enfim, um time ainda disposto a vencer, convencer e se firmar ainda mais entre as grandes gerações da história. Com o jogo definido na segunda etapa, pôde controla-lo à sua maneira, até transformar a festa em goleada a partir da entrada de Torres, o mesmo que diziam incompatível com os grandes palcos do futebol mundial.

Por outro lado, a Itália, vamos reconhecer, fez tudo o que estava ao seu alcance. Transpirou em todos os minutos desde a estreia contra os mesmos Rojos, se superou e, contra todas as adversidades, chegou à decisão. Além da falta de sorte, que a deixou com um jogador a menos desde o princípio da segunda etapa, o time de Cesare Prandelli simplesmente encontrou um adversário muito mais qualificado pela frente e, ressalto novamente, muito motivado. Nem o folclorismo de Mario Balotelli, nem a categoria de Pirlo tiveram chance hoje.

A grande questão que fica para a Copa do Mundo é se a Espanha conseguirá se manter motivada, ou se voltará a apresentar esse humor oscilante. A exemplo de seu correspondente clubístico, como citou meu colega Yuri Gonçalves, a vontade de vencer é a única barreira que pode ficar em seu caminho. Razões para que a dinastia Xavi-Iniesta-Casillas siga fazendo história não faltam, ou será que não?

 FONTE: GOAL.COM

LINK:  http://www.goal.com/br/news/3839/euro-2012/2012/07/01/3214514/ningu%C3%A9m-consegue-parar-uma-espanha-sedenta-por-vit%C3%B3rias

De virada e com sofrimento, Flamengo vence Atlético-GO por 3 a 2 e Joel ganha "sobrevida"

Flamengo x Atletico-GO - Comemoração
Alexandre Loureiro/VIPCOMM
O Flamengo venceu o Atlético-GO, de virada, por 3 a 2, no Engenhão. Os gols da partida foram marcados por Renato Abreu (F), duas vezes, Adryan (F) e Felipe (A), duas vezes. O resultado deu tranquilidade ao Rubro-Negro carioca no Brasileiro e uma "sobrevida" ao técnico Joel Santana. Já os visitantes continuam na lanterna e sem vencer na competição.

DRAGÃO SUPERIOR

Precisando da vitória para escapar da lanterna, o Atlético-GO tomou as ações da partida. Partiu para cima dos donos da casa e ameaçou com lances de perigo, principalmente com chegadas pela esquerda e finalizações de fora da área.

O Flamengo não se encontrava em campo e com menos posse de bola, chegou a ser pressionado pelos visitantes. Até que aos 28 da primeira etapa, Joilson fez grande lançamento para Felipe, que ao dominar, emenda um chute de esquerda sem chance para Paulo Victor. O gol do Atlético-GO foi merecido até o momento.

RENATO ''APAGA'' O INCÊNDIO


O resultado de 1 a 0 piorava a situação do time carioca. As vaias começaram a surgir e junto com elas, o Atlético partia cada vez mais para cima. Entretanto, a reação veio aos 35, com uma cobrança de falta perfeita, Renato Abreu empatou a partida e tranquilizou os ânimos no Engenhão.

Após o gol, o Flamengo ainda ensaiou uma virada no fim do primeiro tempo, mas correu riscos com os contraataques do Atlético, que jogava melhor até o árbitro apitar o intervalo de jogo.

VIRADA COM 'DEDO' DE JOEL SANTANA

O começo do segundo tempo foi agitado. As duas equipes se arriscaram mais ao ataque, exigindo boas defesas dos dois goleiros.

O técnico Joel Santana colocou Adryan no lugar de Wellington, substituição que deu certo. Aos 11 minutos, o garoto recebeu cruzamento rasteiro de Luiz Antonio e mandou para o fundo das redes, decretando a virada carioca.

Não demorou muito para o terceiro gol sair. Quatro minutos depois, Renato, outra vez, em cobrança de falta, não deu chances à Márcio e fez a torcida vibrar no Engenhão.

FIM DRAMÁTICO

O jogo estava controlado, do jeito que o Flamengo queria. O Atlético tomou a iniciativa, enquanto os cariocas se armavam bem na defesa, porém só não contavam com a falha de Gonzalez, aos 35. O zagueiro errou ao sair jogando e entregou de graça para Elias, que só teve o trabalho de passar para Felipe marcar o segundo dele e dos goianos.

O final no Engenhão ganhou contornos dramáticos. O Dragão partiu pra cima, mas esbarrava nas boas defesas de Paulo Victor, um dos destaques do jogo ao lado de Renato Abreu. Porém, faltava criatividade aos goianos empatarem a partida. O Fla conseguiu segurar a vitória.

Agora, o Flamengo é o oitavo colocado com 12 pontos, enquanto o Atlético soma apenas dois e é o lanterna na classificação após sete jogos.

Fonte: GOAL.COM